04/08/2018 Parceria entre ENGIE e WEG consolida Programa Indústria Solar no Mato Grosso

Parceria entre ENGIE e WEG consolida Programa Indústria Solar no Mato Grosso

Foto:Divulgação.

FIEMT, ENGIE e WEG lançaram em Cuiabá o Programa Indústria Solar MT com ofertas de geradores fotovoltaicos e investimento autofinanciável para as indústrias. Economia na fatura pode chegar a 96%

 

A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), a ENGIE e a WEG lançaram nesta quinta-feira (2/8) o Programa Indústria Solar MT. O objetivo é incentivar as indústrias mato-grossenses e seus colaboradores a investirem na autogeração de energia solar fotovoltaica. O incentivo ao uso da energia solar é um dos pilares do Programa da Energia Sustentável da Indústria (PESI), uma iniciativa da federação que busca oferecer soluções confiáveis de geração de energia e também de consumo eficiente para a indústria. “Nosso objetivo é aumentar a competitividade do setor em Mato Grosso, incentivando o industrial a atuar sobre uma das questões que mais afetam o setor no estado, j&a acute; que temos um dos mais altos custos de energia do país”, explica o presidente do Sistema FIEMT, Jandir Milan.

 

Mato Grosso conta com 11 mil indústrias que, segundo um estudo da Federação da Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), estão entre as que pagam as mais altas tarifas de energia elétrica do país, oscilando entre os primeiros lugares do ranking dos mais altos preços.  “O Programa Indústria Solar MT apresenta-se como alternativa bastante atrativa para as empresas mato-grossenses, pois oferece aos industriais a solução solar conjugada com um cardápio de opções de financiamento que viabilizam o negócio”, explica Rodrigo Kimura, diretor de Operações da ENGIE Geração Solar Distribuída. A empresa atua em parceria com a WEG no fornecimento dos equipamentos e na implantação do Pro grama tanto em Mato Grosso como em Santa Catarina, estado em que o Programa Indústria Solar foi pioneiro por meio de uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC).  

 

O Programa mato-grossense oferece ao todo sete modelos de geradores fotovoltaicos, sendo quatro modelos industriais e três para uso residencial – já que o programa também vai beneficiar profissionais da indústria – que podem ser customizados de acordo com as necessidades do cliente. Os preços diferenciados e as condições especiais de financiamento tornam o investimento autofinanciável, uma vez que o valor da parcela do financiamento ficará próximo ou igual ao valor da fatura da energia elétrica. “Os cálculos das ofertas do Programa são feitos de maneira a equacionar os valores. Assim, o que é economizado na fatura da energia elétrica servirá para pagar a parcela do financiamento, gerando pouco im pacto no fluxo de caixa das empresas”, explica Kimura. As empresas afiliadas aos sindicatos associados à FIEMT têm desconto ainda maior nos preços.

 

Ao investir em um sistema fotovoltaico para gerar a própria energia, o empresário chega a economizar até 96% no valor da fatura de energia. “Ao final, quando tiver quitado o empréstimo, a empresa terá a energia praticamente de graça, já que o custo de manutenção das placas é baixo, restringindo-se à limpeza e manutenção das estruturas”, explica Kimura.  Além disso, a geração própria de energia protege o investidor em relação às altas no preço da energia pois ao adquirir um sistema fotovoltaico é como se empresário fizesse um estoque de uma determinada quantidade de energia que vai ser fornecida constantemente pelo período de 25 anos – que é&nb sp;o prazo de garantia das placas fotovoltaicas. Assim, vai sempre dispor daquela quantidade de energia pelo valor pago no investimento e não fica sujeito às variações de preço.

 

Inscrições pelo site do Programa 

 

As inscrições para o Programa Indústria Solar MT terão prazo de duração de três meses, período no qual  tanto empresas quanto pessoas físicas poderão se cadastrar pelo site http://www.programaindustriasolarmt.com.br/.  O interessado deve inserir os dados e anexar uma cópia da fatura de energia elétrica. Uma vez aceita a proposta preliminar, o passo seguinte é a etapa de avaliação técnica, em que se é levada em consideração a localização da futura usina solar, de preferência voltada para o Norte e livre de sombras, al ém da análise sobre o nível de consumo de energia e a potência recomendada.  Os módulos fotovoltaicos possuem garantia de performance de 90% nos primeiros 12 anos e 80% em 25 anos.

Fonte: Fábrica de Comunicação.


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